Oblivion inicia com o
protagonista sem um enredo ou história inicial, colocando-o em uma
prisão, a princípio sem alternativas para sair dali. Para a felicidade
do jogador, porém, o imperador do reino entra na cela com guardas e
começa um misterioso diálogo com preso. Após isso, abre uma passagem
secreta por onde o personagem tem a oportunidade de escapar. Mais
adiante, depois de alguns infelizes eventos, o ex-prisioneiro se
encontra na missão de salvar todo o continente de uma legião de bestas
infernais provenientes de um portal chamado Oblivion.
Realmente, o aspecto gráfico do
jogo é impecável e apresenta uma das melhores impressões visuais já
vistas em um jogo. Amplas montanhas com horizontes profundos deslumbram
qualquer um com luzes belas, gramas e árvores vivas e naturais, animais
por todo lado e relevo realista. A trilha sonora é bem trabalhada porém
poderia ser mais completa, com músicas em maior número e de diferentes
estilos. A principal crítica a ser feita é a escassez de tipos de
criaturas e inimigos, além de quests eventualmente repetitivas. A
jogabilidade é marcada pela simplicidade de “aponte, clique e ataque”,
junto a um inventário igualmente intuitivo.
Mesmo com esses pontos negativos,
não é possível negar a qualidade de The Elder Scrolls IV: Oblivion e
sua importância no gênero RPG. Não por acaso, o jogo é um dos melhores e
premiados títulos de 2006.


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